O grande Tsunami

O mundo se globalizou e inevitavelmente, esta onda chegou até ao seu negócio. A forma como nos comunicamos mudou e consequentemente a forma como a sua empresa se relacionava com seus clientes também mudou.

Hoje, quem comanda as ações de compra e venda são os consumidores e infelizmente, muitos empresários ainda não se deram conta desta mudança e continuam utilizando os mesmos procedimentos há décadas.

As ferramentas de interação com os diversos públicos da marca mudaram; os meios de comunicação evoluíram; a forma de apresentação e abordagem também mudou, e como mudou. A web é um marco de nosso tempo e em tão curto período já é indispensável até nas nossas ações mais corriqueiras.

Não basta mais criar um produto, um serviço ou abrir um negócio e ficar esperando as pessoas virem a procurá-los. Será necessário estar integrado ao todo, saber onde e como buscar o público certo, falar a mesma linguagem, criar novos hábitos e novas culturas.

Antes de qualquer ação de comunicação é preciso saber que não se constrói uma marca da noite pro dia. Requer paciência e muito trabalho.

E qual é o melhor momento para começar a pensar em construir sua marca? –Imediatamente! Antes que ela desapareça no turbilhão gigantesco que se tornou o mercado.

Agência EDCM – Uma agência de negócios. Uma empresa de comunicação.

Especializada na criação de identidades, planejamento e desenvolvimento de campanhas, mídias digitais e registro de marcas.

Rir, vender e comunicar é só começar!

“Existem campanhas que não são tão boas e vendem. Existem campanhas que são boas e não vendem. Mas as boas mesmo, são as campanhas que são boas e vendem.” E essas você encontra na Agência EDCM.

Nossos profissionais são especialistas em tornar a sua comunicação em sucesso de vendas, porque afinal  faz bem se comunicar bem.

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Atenção, empresário! Proteja sua marca!

Ao abrir uma empresa os empresários se preocupam com a questão financeira, com a clientela, com o produto a ser oferecido, com a situação do mercado no qual está inserido, com a concorrência, com os funcionários e uma série de coisas relacionadas ao fundo de comércio, que nada mais é do que o conjunto de bens corpóreos (vitrine, mesas, cadeiras, computadores, máquinas e estoques) e incorpóreos (ponto, nome, tecnologia, segredos do negócio, contratos comerciais, marcas e patentes, etc.). Contudo, embora haja uma grande preocupação em elaborar uma marca original e que evidencie o produto que será oferecido, os empresários ainda não dão a devida importância ao registro dessa marca, bem como às consequências dessa negligência.

A primeira lei brasileira sobre marcas surgiu em nosso país somente em 1875, em decorrência dos interesses de um cliente de Ruy Barbosa, a firma Meuron e Cia., possuidora da marca Rapé Areia Preta, que estava processando a firma Moreira e Cia. por falsificação, pela utilização de sua marca.  Apesar de Rui Barbosa vencer em primeira instância, o referido processo foi anulado posteriormente, tendo em vista não existir no ordenamento jurídico uma norma que descrevesse o ocorrido como sendo um crime.

Apenas em 1988, a Constituição Federal,em seu art. 5°, inciso XXIX, passou a assegurar a propriedade da marca, e, posteriormente, em 1996 foi editada a Lei n°. 9.279, que regula os direitos e obrigações relativos à propriedade industrial (LPI). Essa lei prevê em seu art. 129 que “a propriedade da marca adquire-se pelo registro validamente expedido, sendo assegurado ao titular seu uso exclusivo”.

A marca é um mecanismo que fornece a diferenciação entre os produtos existentes no mercado. Essa diferenciação pode ser composta por palavras, símbolos ou signos que as diferenciem dos demais produtos ou serviços existentes no mercado, podendo até mesmo agregar um valor ao produto ou serviço.

Hoje em dia, com a competitividade do mercado e com o consumidor cada vez mais exigente, a marca tem se tornado um diferencial altamente perceptível entre empresários, concorrentes e consumidores. Deixar de dar a devida atenção à própria marca significa não se importar com o futuro da empresa. A marca é considerada um dos maiores bens que uma empresa pode ter.

A única forma de proteger e obter exclusividade de uma marca é registrando-a junto ao INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial. O Registro garante ao titular o direito de uso da marca dentro da sua área de atuação e em todo território nacional. Dessa forma, proíbe qualquer um, sendo concorrente direito ou indireto, de usar uma marca igual ou parecida com a sua passível de confundir o consumidor e prejudicar o seus negócios.

Com efeito, quem não efetua o depósito do pedido de registro da marca pretendida fica exposto a ter sua marca utilizada por outras empresas do mesmo ramo, indiscriminadamente, podendo ter o seu produto ou serviço confundido com outro, comprometendo assim o bom nome de seu negócio.

Cumpre dizer que uma marca não registrada está no domínio público, podendo ser registrada por qualquer concorrente interessado.  Assim, a empresa que possui produto ou serviço bem aceito no mercado, mas sem registrada marca, corre o risco de perder sua identificação com a clientela caso outra marca igual ou semelhante, gráfica ou foneticamente, venha a ser registrada por outrem.

Marcas distintas em qualquer aspecto, não podem causar erro, dúvida ou confusão ao consumidor. Portanto, no meio empresarial, a insígnia de seus produtos se faz de suma importância, pois a marca é a cara da empresa; é o que faz a personalidade da mesma e quem aproxima o produto ou serviço do consumidor. Assim, não há como olvidar a imprescindibilidade do registro junto ao INPI para se precaver dos melindres que advêm da marca não registrada. A priori, só quem registra é dono!

Por Débora Reis
OAB/MG 135.548
Esse artigo é uma contribuição da Reis e Bittencourt Advocacia e Consultoria

Em tempos de crise, reinvente-se.

Temos ouvido muito sobre a crise econômica que nosso país está enfrentando e o cenário negativo tem pairado como um peso sobre as empresas e seus gestores. De nada adianta ficar olhando para a crise, acompanhar cada notícia que nos são bombardeadas a toda hora, se não agir para proteger o seu negócio.

Hoje, para manter-se no mercado é preciso reinventar-se. É preciso avaliar o mercado, o cliente, assim como os produtos e serviços da empresa a todo tempo e traçar estratégias para que sua empresa não suma junto com esse nevoeiro. É necessário se fazer presente nas lembranças de consumo de seu público-alvo.

Certamente a publicidade pontual não trará aumento de vendas imediato, uma vez que na contramão dos últimos anos, o consumidor está sendo motivado ao consumo consciente e racional. Mas com toda certeza uma comunicação feita com planejamento, fará seu cliente perceber sua marca mais forte que a de seus concorrentes e isso é um fator decisivo no momento da decisão de compra.

O planejamento de comunicação é a ferramenta ideal para avaliação, atualização e implementação das ações estratégicas de sua marca. Uma ferramenta impar na construção de valor de seus produtos e serviços junto a seus consumidores.

A agência EDCM conta com um time altamente preparado para auxiliar sua empresa a construir seu planejamento de comunicação e colocá-lo em prática, com soluções estratégicas de mercado.

8 passos para criar a identidade visual da sua empresa

Todos sabem que um bom design é fundamental para criar a identidade da marca. O que deixa o empreendedor em dúvida é outra questão: como um crio um design que traduza o conceito da minha empresa?  Ele listou oito princípios fundamentais para criar a identidade visual para a sua marca.

1. O primeiro passo é perceber que marca e design são inseparáveis. Quando você cria uma marca, a intenção é que ela provoque uma reação forte no público, que  passe a reconhecê-la de imediato. Se você conseguir que duas ou mais pessoas tenham a mesma reação, é sinal de que a sua marca tem força. Em muitos casos, essa reação do público está diretamente relacionada ao design. Então, pare de separar as coisas: para todos os efeitos, design e marca são exatamente a mesma coisa.

2. Já que design e marca são a mesma coisa, passe a integrar completamente os dois conceitos. A essência da sua marca tem que estar no design, sempre. Tudo que a Apple representa para o mundo está representando no design de seus produtos. Se você tirar o logo de um BMW, ainda vai saber que é um BMW.

3. Lembre-se: para criar uma identidade visual forte, você precisa estabelecer uma relação emocional com as pessoas. Essa é, em grande parte, a função dos designers. Eles têm que incorporar os valores e objetivos da companhia, e daí transformá-los de maneira a criar uma conexão com o consumidor.

4. O design tem que fazer parte da estratégia da empresa desde o começo. Não é o caso de montar o negócio e só depois pensar no design. Você tem que levar em conta a identidade visual no momento em que escreve o plano de negócio. A marca da Samsung só ficou poderosa depois que o design virou uma prioridade.

5. Chame os designers a participar das reuniões e acompanhar os processos de decisão da empresa. Bons designers sabem fazer as perguntas certas para criar soluções inovadoras. Quem sabe eles não estimulam a inovação nos outros funcionários?

6. Simplicidade é a chave. Nada de incentivar os designers a terem ideias cada vez mais mirabolantes. Quanto mais simples e mais conectadas com a essência da empresa, melhor.

7. Use o design para reinventar continuamente a marca. Mesmo que tenha achado soluções interessantes para compor a identidade visual, saiba que seu trabalho não terminou. Hoje, as marcas precisam se reinventar o tempo todo. O melhor exemplo talvez seja o Google, que muda o seu logo constantemente, para adequá-lo a ocasiões especiais.

8. Sua marca pode fazer diferença no mundo, encorajando as pessoas a se envolverem com questões sociais e ambientais. E o design pode ser parte disso. Se o seu time conseguir criar um visual que torne o tema da sutentabilidade acessível e divertido, você terá meio caminho andado.

(Fonte: www.revistapegn.globo.com – 14/08/2014)